Medicina & Arte

sábado, março 05, 2011

POESIA

Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações,
Eis que ressurge o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular amigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo mover-se e comover-se
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
E o espelho de minha alma multiplica....
(adaptado de VINICIUS de MORAES)

2 Comments:

Enviar um comentário

<< Home